
Quem somos

Somos estudantes do 1º ano da Licenciatura em Educação Social do Instituto Politécnico do Porto, em concreto da Escola Superior de Educação. Este site surge no âmbito de duas Unidades Curriculares, especificamente Análise das Realidades Socioeducativas e Tecnologias da Informação e Comunicação em Educação Social. Desta forma, foi neste contexto que “nasceu” o projeto “(Não) é amor”, cujo objetivo é o combate à Violência no Namoro recorrendo à metodologia do Teatro do Oprimido (TO).
Olá, chamo-me Francisca Ondas Pinto, tenho 19 anos e sou de Viana do Castelo.
Adoro comunicar desde que me lembro e de estar envolvida em projetos de cariz social. Neste sentido candidatei-me ao curso de Ciências da Comunicação, contudo não me identifiquei com os moldes do curso e no ano seguinte voltei a candidatar-me para o curso em que me encontro atualmente, Educação Social. Sinto que me identifico realmente com o mesmo e imagino-me a trabalhar nesta área o resto da vida.
Ao longo deste meu percurso tive a oportunidade de estar integrada em diferentes projetos, incluindo projetos cujo a temática a ser desenvolvida foi a Violência no Namoro. Deste modo e depois de estas Unidades curriculares permitirem a criação de um projeto surgiu logo o pensamento deste mesmo tema. Com a criação deste projeto, pretendo aprofundar o meu conhecimento relativamente à temática bem como ajudar vítimas e futuras vítimas de Violência no Namoro.


Olá, chamo-me Inês Martins, tenho 18 anos e sou de Ermesinde.
Deste muito nova que entrei para os escuteiros então ajudar o próximo sempre foi algo muito presente na minha vida e que desde sempre tive muito gosto. Por isso quando chegou a hora de concorrer tive a certeza de que Educação Social seria a melhor opção. Faço voluntariado nas mais diversas valências e trabalho junto de grupos nos quais poderei intervir futuramente como Educadora Social o que me dá alguma bagagem para o futuro.
As artes também são algo presente na minha vida desde muito nova, por isso quando surgiu a oportunidade de desenvolver um projeto, neste caso relativo à Violência no Namoro, e poder aliá-lo ao teatro tive a certeza que seria um grande projeto. Com ele espero poder chegar a muitas vítimas bem como conseguir informar outras tantas potenciais vítimas sobre este problema.