
Teatro do Oprimido

O Teatro do Oprimido (TO) surge na década de 60 no século 20 no Brasil como uma metodologia criada por Augusto Boal. Neste sentido e de um modo muito simples podemos definir o TO como uma ferramenta de trabalho que integra diferentes níveis quer social, político e ético cujo principal objetivo é mudar uma realidade social.
Este integra diferentes dimensões, em concreto o teatro-imagem, o teatro-fórum, o teatro-jornal, teatro legislativo, Teatro invisível e o arco-íris-do-desejo.
Nas raízes da árvore tem destaque a filosofia, a história, a política, a sociologia e a economia como base do conhecimento orientado pela ética. Todo este conjunto de técnicas e conhecimento recolhido através do TO tem como grande finalidade a mudança da realidade social em causa.
Neste contexto, o TO pretende envolver as pessoas no próprio processo de mudança e reflexão, sendo acessível a todos os cidadãos e não apenas a atores ou profissionais, pois este diz respeito à recriação de determinadas realidades sociais não sendo estas realidades estáticas, mas transformadas de modo a promover a reflexão e pensamento não apenas dos que assistem, mas também dos que o praticam.